“Podemos nos livrar da maioria dos pecados, se tivermos uma testemunha que esteja perto de nós quando estivermos propensos a fazer algo errado. A alma deve ter alguém a quem possa respeitar, alguém por cuja autoridade pode tornar ainda mais sagrado o seu santuário interior“ Sêneca, Carta XI, Sobre o rubor da modéstia Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume II, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume III, de Sêneca

“Cada dia adquira algo que o fortaleça contra a pobreza, contra a morte, e contra outros infortúnios; e depois de ter examinado muitos pensamentos, selecione um para ser completamente digerido naquele dia” Sêneca, Carta II, Sobre a falta de foco na Leitura Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume II, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume III, de Sêneca

“A principal indicação, na minha opinião, de uma mente bem ordenada é a habilidade de um homem em permanecer em um lugar e ficar em sua própria companhia“ Sêneca, Carta II, Sobre a falta de foco na Leitura Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume II, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume III, de Sêneca

Assim é: nada dura para sempre, poucas coisas duram até mesmo por muito tempo: todas são suscetíveis de decadência, de uma maneira ou de outra. As formas pelas quais as coisas chegam a um fim são múltiplas, mas ainda assim tudo que tem um começo tem um fim também. – Sêneca Consolação a Políbio, em Consolações de um Estoicos Consolations from a stoic Compre o livro Diário Filosófico: prática estoica para os dias de hoje, de Lina Távora

Neste ponto, gostaria de citar uma frase de Mecenas, que falou a verdade quando em seu auge: “Há trovões mesmo nos picos mais altos“. Se você me perguntar em que livro essas palavras são encontradas, elas ocorrem no volume intitulado Prometeu. – Sêneca Carta 19, Sobre Materialismo e Retiro Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Livros de Sêneca Leia o que já escrevemos sobre filmes e séries aqui no Cenas Estoicas!

“Não podemos buscar nosso bem maior sem necessariamente promover ao mesmo tempo o bem dos outros. Uma vida que se limita a interesses pessoais não pode ser submetida a qualquer avaliação respeitável. Procurar o melhor em nós significa zelar ativamente pelo bem-estar dos outros seres humanos”. Epicteto, A arte de viver (Sharon Lebell) A arte de viver, de Epicteto, tradução de Sharon Lebell Apoie o conteúdo dos Irmãos Estoicos comprando livros da Amazon pelos nossos links (confira aqui)