Quando há tranquilidade, pode haver aprendizado; soluções criativas são possíveis. No entanto, quando há vastos incêndios com ventos e chuvas, seja no mundo subjetivo, seja no objetivo, tudo arde e não sobra nada a não ser cinzas. Queremos poder olhar de volta para nossos atos com dignidade. Queremos algo para mostrar em vez de sentir a raiva. – Clarissa Pinkola Estés Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés

Há um tempo que procuro escutar o que o acaso tem a dizer, procuro encontrar sentido para as coisas que aparentemente não o têm (…). E o sentido você só pode dar retrospectivamente. Os pontinhos, você só junta para atrás. – Diana Klinger Literatura e ética: Da forma para a força Leia tudo o que escrevemos sobre Mulheres e Estoicismo aqui!

Lembrando-me de que sou uma parte de semelhante todo, acolherei de bom grado tudo que se suceder em minha vida. E, como eu sou de certo modo aparentado com as partes de igual origem, nada farei que seja contrário ao interesse da comunidade; antes, visarei tão somente o bem de meus semelhantes, dirigirei todos os meus impulsos no sentido da conveniência comum e os desviarei do rumo oposto. – Marco Aurélio, Meditações, 10.6 Meditações, de Marco Aurélio Meditations, de Marcus Aurelius Leia os textos de Fábio Távora aqui!

A bondade é invencível, mas só quando é sincera, sem hipocrisia ou fingimento. Pois o que até a pessoa mais maldosa pode fazer se você continuar mostrando bondade e, se tiver a chance, gentilmente apontar onde ela errou – exatamente quando a pessoa está tentando prejudicá-lo? – Marco Aurélio, Meditações 11.18.ix Meditações, de Marco Aurélio

Coisas indiferentes, entendidas como não necessariamente contribuintes para a virtude, seriam por exemplo, saúde, riqueza, força e honra. É possível ter tudo isso e não ser virtuoso, é possível também ser virtuoso sem isso. – George Stock  Estoicismo, Guia Definitivo, de George Stock Leia tudo o que escrevemos sobre Mulheres e Estoicismo aqui!

Aqueles que avaliam o prazer como o ideal supremo acreditam que o bem é uma questão de sentidos; mas nós estoicos afirmamos que é uma questão de razão, e nós atribuímos isso à alma. – Sêneca, Carta CXXIV. Sobre o verdadeiro bem como alcançado pela razão Cartas de um estoico, Volume III, de Sêneca Livros de Sêneca