“Ansiamos pelo próximo passo e o caminho para o horizonte, acalmando nossa ansiedade com a ilusão de um destino em algum lugar além do panorama de nossa vida presente. Mas a realidade mais difícil de suportar é que a morte é o único horizonte, com inúmeras maneiras de chegar lá – nenhuma replicável, todas incertas em seu caminho, todas apenas certas de chegar.” – Carl Jung

Nada do que você ama é seu: foi dado a você por enquanto, e não que não possa ser tirado de você, nem foi dado a você para sempre, mas como um figo é dado a você ou um cacho de uvas apenas na estação determinada do ano. E se você deseja essas coisas no inverno, você é um tolo. Portanto, se você deseja ter seu filho ou amigo quando não lhe é permitido, deve saber que deseja um figo no inverno. – Epicteto

O sábio, disse ele, não carecia de nada, mas precisava de muitas coisas, enquanto que o tolo, por outro lado, não precisa de nada (pois não sabe usar nada), mas carece de tudo. O homem sábio precisa de mãos e olhos e de um grande número de coisas que são necessárias para os propósitos da vida cotidiana; mas nada lhe falta, pois a falta de algo implica que é uma necessidade e nada, para o homem sábio, é uma necessidade. – Sêneca Livros de Sêneca

Não vou seguir os passos dos meus predecessores? Vou usar a estrada antiga – mas se eu encontrar outra rota que seja mais direta e com menos subidas e descidas, irei vigiá-la. Aqueles que avançaram essas doutrinas antes de nós não são nossos mestres, mas nossos guias. A verdade está aberta a todos; ainda não foi assumido. Muito ainda resta para os que ainda estão por vir. – Sêneca, Carta XXXIII.11 Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Livros de Sêneca