Um homem enraivecido está sempre cheio de veneno. Se não encontrar onde derramar, irá derramar dentro de si mesmo. – Confúcio
Nós aceitamos a complexidade — e assim damos espaço às discordâncias e à paciente resolução delas — em quase todas as áreas importantes da vida: comércio internacional, imigração, oncologia… No entanto, quando se trata da vida doméstica, tendemos a presumir fatidicamente que ela será fácil, o que nos incute uma tensa aversão a negociações prolongadas. – Alain de Botton O curso do amor, de Alain de Botton
Agora, como o homem era essencialmente um animal racional, o seu trabalho como homem estava em viver a vida racional. E a perfeição da razão era a virtude. Portanto, os caminhos da natureza não eram senão os caminhos da virtude. E assim aconteceu que a fórmula estoica podia ser expressa de várias maneiras diferentes, que, no entanto, equivaliam à mesma coisa. O objetivo era viver a vida virtuosa, ou viver consistentemente, ou viver de acordo com a natureza, ou viver racionalmente. – George Stock Estoicismo, Guia Definitivo, de George Stock
A visão da morte “Enquanto um lado da natureza dual da mulher pode ser chamado de vida, a irmã gêmea da vida é uma força chamada morte. A força chamada morte é uma das bifurcações magnéticas do lado selvagem. Se aprendermos a identificar as dualidades, acabaremos dando de cara com a caveira descarnada da natureza da morte. Dizem que só os heróis conseguem suportar a visão. O homem selvagem sem dúvida consegue. A mulher selvagem, sem a menor sombra de dúvida, consegue. Na realidade, eles são inteiramente transformados pela visão”. – Clarissa Pinkola Estés Uma visão diferente sobre o conceito…
“Liberte-se por conta própria; poupe e salve o seu tempo, que até agora tem sido tirado à força de você, ou roubado ou simplesmente escapado de suas mãos”. – Sêneca Salve seu tempo O tempo é o seu bem mais valioso. Não há moeda de troca com o tempo. Não se compra e não se vende! Então, não viva de horas mortas! Referência: “On saving time”, Carta 1, de Sêneca. Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume II, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume III, de Sêneca
“Associe-se com pessoas que poderão te tornar um ser humano melhor. Acolha aquelas que você poderá aprimorar. O processo é mútuo: as pessoas aprendem enquanto ensinam” Sêneca Aprenda e ensine Aprender e ensinar não devem ser atos isolados e postos em hierarquias diferentes. Temos sempre o que aprender. Temos sempre o que ensinar. Mas saiba escolher seus amigos e suas amigas entres aqueles e aquelas que queiram fazer essa roda do conhecimento girar. Referência: Carta 7, Cartas de um estoico – Volume I Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Cartas de um estoico, Volume II, de Sêneca Cartas…
“Eu sempre digo que eu tomarei a iniciativa… Isso significa que se eu tiver pagando em uma loja, eu digo ‘oi’ primeiro. Se eu estiver passando por uma pessoa e nossos olhares se cruzarem, eu irei sorrir primeiro. Eu gostaria que as pessoas experimentassem isso um pouco em suas vidas: tome a iniciativa, porque – não sempre, mas na maioria das vezes – irá contribuir em seu favor” – Gabrielle Reece Tome a iniciativa Gabby Reece é uma lenda do vôlei, líder inspiradora, esposa, mãe e autora de um best-seller (My Foot Is Too Big for the Glass Slipper –…
“Você pergunta qual é a base de uma mente sã? É não buscar alegria em coisas inúteis. Eu disse que era a base; é realmente o ápice” Sêneca Alegria em coisas úteis Direcione seu sentimento de satisfação para os valores e virtudes de sua vida. Faça o bem – para você e para os outros. Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Sêneca, Carta 23, On the True Joy Which Comes from Philosophy, tradução nossa.
Que ninguém hesite em se dedicar à filosofia enquanto jovem, nem se canse de fazê-lo depois de velho, porque ninguém jamais é demasiado jovem ou demasiado velho para alcançar a saúde do espírito. – Epicuro Carta sobre a felicidade (a Meneceu), de Epicuro
A filosofia deve ser nossa defesa. – Sêneca Carta 16, Sobre Filosofia, o Guia da Vida Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Livros de Sêneca
