Não é que tenhamos um curto espaço de tempo, mas que desperdiçamos muito dele. A vida é longa o suficiente e foi dada em medida suficientemente generosa para permitir a realização das maiores coisas, se a totalidade dela estiver bem investida. Mas quando é desperdiçada em luxo e descuido, quando é dedicada a um fim inútil, forçada, finalmente, pela necessidade final, percebemos que já passou antes que estivéssemos conscientes de que estava passando. – Sêneca Sobre a brevidade da vida, de Sêneca

A prosperidade ininterrupta não pode suportar um único golpe; mas aquele que tem travado uma luta incessante com seus infortúnios ganhou uma pele mais grossa pelos seus sofrimentos, não cede a qualquer desastre, e mesmo que caia, ainda luta de joelhos. – Sêneca Sobre a providência 🤝 Apoie o conteúdo dos Irmãos Estoicos comprando livros da Amazon pelos nossos links (confira aqui)

Quem mente conscientemente comete impiedade, já que, enganando [os demais], pratica a injustiça. Também incorre em injustiça quem mente sem querer, na medida em que destoa da natureza universal e a desordena, estando em oposição à natureza do mundo. Sim, opõe-se à natureza quem, mesmo involuntariamente, é levado para o lado oposto à verdade: ele recebeu da natureza recursos [intelectuais], mas os negligenciou, e por isso hoje é incapaz de discernir o que é verdadeiro do que é falso. – Marco Aurélio, Meditações, 9.01 Meditações, de Marco Aurélio Meditations, de Marcus Aurelius

Em vez de buscar muitas provas sobre cada assunto, deveríamos buscar aquelas que são práticas e claras. Não é o médico que traz muitos remédios aos doentes que merece elogios, mas sim aquele que os ajuda de maneira notável com os poucos remédios que prescreve. – Musônio Rufo Musonius Rufus: Lectures and Sayings, de Cynthia King

Você não precisa ter medo, você ouvirá a verdade. Homem de sorte! Não oferecer a um homem a oportunidade de dizer-lhe mentiras de tal longa distância! A menos que talvez, mesmo agora, quando as desculpas para a mentira são tiradas, a tradição sirva como uma desculpa para dizermos mentiras uns aos outros! – Sêneca Carta XLVI. Sobre um novo livro de Lucílio. Cartas de um estoico, Volume I, de Sêneca Livros de Sêneca